
O
Estado Islâmico assumiu a responsabilidade pelo ataque, segundo o grupo
SITE, especialista em monitorar atividades de grupos terroristas,
citado pela Reuters. Mas as autoridades americanas afirmaram não haver
nenhuma evidência de radicalização do atirador.
A
ex-secretária de Estado dos EUA, Hillary Clinton, lamentou as mortes.
Ela observou que as vítimas fugiram e tentaram se proteger após ouvir os
primeivros tiros. "Imagine quantas mortes haveria se o atirador tivesse
um silenciador, cuja compra o lobby pró-armas quer tornar mais fácil".
O Itamaraty lamentou as mortes e afirmou que, até o momento, não há relatos sobre vítimas brasileiras.
Atualizado às 10h30
Após investigações rápidas, o xerife Joe Lombardo afirmou que o atirador se matou antes da chegada da polícia. Ele tinha "mais de 10 armas". Há 58 mortos e pelo menos 500 feridos, segundo os agentes.
O
Departamento de Segurança Interna dos Estados Unidos disse que não há
ameaças específicas envolvendo outros locais públicos no país após o
tiroteio em Las Vegas.
Eric Paddock,
irmão do atirador, disse que a família está espantada com a notícia.
"Não temos ideia. Estamos horrorizadas. Estamos transtornados e mandamos
condolências às vítimas", disse, em entrevista por telefone, com a voz
trêmula, para a agência Reuters.

Tiroteio em festival mata 50 e fere 200 em Las Vegas, nos EUA
Cerca de 50 pessoas morreram após um homem realizar um tiroteio contra o público de um festival de música country no cassino Mandalay Bay em Las Vegas (EUA) na madrugada desta segunda-feira (2). Mais de 200 pessoas ficaram feridas.
O
atirador abriu fogo a partir do 32º andar do Mandalay Bay antes de ser
morto pela polícia. Ele foi identificado como Stephen Paddock, um homem
de 64 anos que morava em Las Vegas. Em seu quarto foram encontradas
várias armas, segundo o chefe de polícia do condado de Clark, Joseph
Lombardo.

É
o maior tiroteio em massa da história dos Estados Unidos em número de
mortos, ultrapassando as 49 vítimas mortas no atentado a uma boate de
Orlando no ano passado.
"Nós não
temos nenhuma ideia de qual era o sistema de crenças dele", disse
Lombardo. "Agora, nós acreditamos que ele era o único agressor e que a
cena está estável".
Cerca de 40 mil
pessoas assistiam ao festival de música country, chamado Route 91
Harvest Festival. No momento dos tiros, o cantor Jason Aldean se
apresentava; mais tarde, ele informou que ninguém de sua equipe saiu
ferido.
Logo após o incidente, a
polícia saiu à procura de Marilou Danley, identificada como companheira
do autor. Ela estaria com ele no hotel, mas a informação não foi
confirmada. A polícia ainda não esclareceu se a mulher participou do
crime de alguma maneira.
A
princípio, a imprensa local tinham interceptado as comunicações
policiais por rádio que falavam da possibilidade de que os agressores
fossem dois e que estavam armados com fuzis.






Fonte: Com informações da UOL

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